Trazido de São Paulo para o Rio de Janeiro há alguns anos, o crack é hoje a droga mais vendida nas favelas cariocas, ignorando o seu poder de adicção e destruição do usuário. Principalmente pelo baixo custo– uma pedra de crack custa apenas 1 Real– a disseminação da droga e seu consumo se espalharam rapidamente por todo o estado e as conseqüências já atingem a maioria dos cidadãos da zona urbana. Os moradores de rua são a maioria dos usuários, mas também há registros dos órgãos especializados em saúde e segurança pública de que a droga é consumida pelas classes baixa, média e alta.
Daqueles que vivem nas ruas, estima-se que 90% sejam usuários de crack, dentre os quais estão crianças, adolescentes e idosos. A estatística, conhecidamente faz elevar outra: o crescimento dos furtos e da violência nas ruas. Basta conversar com moradores próximos as principais áreas de concentração destes usuários para se constatar que pequenos furtos para sustentar a compra da droga são cada dia mais freqüentes. Na verdade, apenas andando pelas ruas é possível identificar dependentes fazendo uso da droga e comprovar a invasão do crack, principalmente na região metropolitana do Rio.
Casos como o do usuário Bruno Melo, músico de 26 anos, que matou a namorada Bárbara Calazans, de 18 anos, podem se tornar uma realidade caso não haja movimentação do Governo do Estado e Prefeitura do Rio, além das Secretarias de Saúde e Segurança Pública. É urgente a necessidade de alertar os cidadãos e dar suporte para que os dependentes tenham acesso ao tratamento, prioritariamente àqueles que não possuem qualquer condição de buscar reabilitação. Até bem pouco tempo não existia sequer uma unidade que atendesse dependentes de crack na cidade do Rio de Janeiro.
Segundo a delegacia especializada, a favela de Manguinhos é a que mais lucra com a droga e lá, o crack representa 60% do consumo, contra 35% da maconha e 5% da cocaína. O combate ao tráfico de drogas deve ser priorizado, pois não só os lucros proporcionam armas e munições aos traficantes, como os produtos fornecidos por eles adoecem a população ocasionando violência e insegurança. A droga, em expansão em todo o Brasil, preocupa os cidadãos que esperam das autoridades competentes as medidas preventivas, de combate e tratamento a este mal que ameaça toda a sociedade.
Daqueles que vivem nas ruas, estima-se que 90% sejam usuários de crack, dentre os quais estão crianças, adolescentes e idosos. A estatística, conhecidamente faz elevar outra: o crescimento dos furtos e da violência nas ruas. Basta conversar com moradores próximos as principais áreas de concentração destes usuários para se constatar que pequenos furtos para sustentar a compra da droga são cada dia mais freqüentes. Na verdade, apenas andando pelas ruas é possível identificar dependentes fazendo uso da droga e comprovar a invasão do crack, principalmente na região metropolitana do Rio.
Casos como o do usuário Bruno Melo, músico de 26 anos, que matou a namorada Bárbara Calazans, de 18 anos, podem se tornar uma realidade caso não haja movimentação do Governo do Estado e Prefeitura do Rio, além das Secretarias de Saúde e Segurança Pública. É urgente a necessidade de alertar os cidadãos e dar suporte para que os dependentes tenham acesso ao tratamento, prioritariamente àqueles que não possuem qualquer condição de buscar reabilitação. Até bem pouco tempo não existia sequer uma unidade que atendesse dependentes de crack na cidade do Rio de Janeiro.
Segundo a delegacia especializada, a favela de Manguinhos é a que mais lucra com a droga e lá, o crack representa 60% do consumo, contra 35% da maconha e 5% da cocaína. O combate ao tráfico de drogas deve ser priorizado, pois não só os lucros proporcionam armas e munições aos traficantes, como os produtos fornecidos por eles adoecem a população ocasionando violência e insegurança. A droga, em expansão em todo o Brasil, preocupa os cidadãos que esperam das autoridades competentes as medidas preventivas, de combate e tratamento a este mal que ameaça toda a sociedade.
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